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Transtorno de Ansiedade Generalizada: você sabe o que é este problema?

Preocupação excessiva e persistente sem causa aparente pode desencadear sintomas como tensão muscular, arritmia, falta de ar, dentre outros

Texto de Charlene Araújo

No dia a dia é normal passarmos por situações que nos despertem a ansiedade: expectativa em relação a uma viagem, o nascimento de um filho, a aprovação em algum processo seletivo, um procedimento cirúrgico delicado, etc. Nessas horas, essa inquietação age como um sinal que nos prepara para enfrentar as ocorrências e, mesmo que não sejam superadas, favorece para que possamos nos adaptar às novas condições.
Mas, quando essa preocupação se apresenta de forma excessiva, persistente e de difícil controle sem um motivo aparente para que ocorra, acompanhada de sintomas como tensão muscular, irritação, fadiga, dificuldade de concentração, sudorese, arritmia, falta de ar, dentre outros, é necessário observar com um pouco mais de calma, pois o indivíduo pode estar passando por algo conhecido como Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).
De acordo com o psicólogo Clóvis Araújo, ainda não há uma causa específica para o TAG, mas fatores como estresse e má qualidade de vida podem facilitar o surgimento do mesmo. “Também há fatores genéticos ligados à produção de serotonina, adrenalina e dopamina”, disse. Uma observação feita pelo profissional é que o transtorno pode afetar pessoas de todas as idades, mas que as mulheres são mais vulneráveis ao problema. “Também há casos em que indivíduos com traumas de infância a exemplo de assalto ou abuso, que tenham personalidades do tipo perfeccionista ou que façam uso de substância psicoativas, desenvolvem a doença”, explica.
Clóvis afirma que outras doenças podem ser confundidas com o TAG. “É o que chamamos de comorbidade, quando há sintomas parecidos, a exemplo da depressão, síndrome do pânico, dentre outras”, diz. Quando diagnosticada, a pessoa com o transtorno precisa passar por tratamento psicológico e psiquiátrico. “Através de terapia e uso de medicação antidepressiva ou ansiolítica – devidamente prescrita-, conseguimos estabilizar os sintomas”, afirma o psicólogo.
Clóvis faz algumas recomendações para que as pessoas não venham a desenvolver o TAG. “Evitar o consumo excessivo de álcool, cigarro e cafeína. Praticar exercícios físicos, dormir bem e tentar se preocupar menos com problemas. É importante buscar mais tempo para a família e amigos, descansar e sorrir mais”, avalia o psicólogo, complementando que é necessário buscar ajuda. “Um profissional vai saber a melhor forma de tratamento. Não sinta vergonha de conversar com alguém sobre o assunto”, finaliza.