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Acompanhamento psicológico é importante para pacientes de cirurgia bariátrica

Profissional explica que sessões são necessárias para que haja adaptação antes e depois do procedimento

 

Texto de Charlene Araújo

 

Emagrecer hoje em dia não é somente por conta da estética. Para muitas pessoas é uma questão de saúde e até de sobrevivência. Manter uma alimentação controlada e exercícios regulares é necessário. Mas, há situações em que a cirurgia bariátrica é o procedimento mais indicado para aquelas pessoas que estão numa estado mais crítico de saúde.

Segundo a psicóloga Sylmara Bulhões, a cirurgia é recomendada a pacientes que possuem obesidade ou obesidade mórbida. “Existem vários tipos de cirurgia. E se o paciente tiver um IMC (índice de massa corpórea) acima de 40, ele já pode fazer mesmo sem co-morbidade. Com IMC menor que 40, a cirurgia só é indicada se houver algum fator como diabetes, hipertensão, entre outros”, explica.

Há quem pense que o simples ato de fazer a cirurgia resolve o problema, mas não é bem assim. O paciente de bariátrica precisa passar por um processo de preparação, que inclui acompanhamento psicológico e nutricional para que os resultados sejam alcançados da melhor forma. “Este acompanhamento é necessário porque tem que haver uma mudança de comportamento em relação à comida. O nutricionista vai indicar o que o paciente vai comer e o psicólogo vai dizer o modo que o paciente vai comer”, afirma Sylmara, complementando que os psicólogos usam técnicas para que os pacientes possam se acostumar e saibam se alimentar de uma forma diferente a ponto de conseguir manter o peso. “O problema não é o paciente emagrecer, mas continuar magro”, observa.

A psicóloga diz ainda que, no pré-operatório, o acompanhamento de um profissional se torna importante porque o paciente “precisa aprender a comer de uma forma diferente: devagar, mastigar, soltar talher, entre outras técnicas. Uma preparação para o que ele vai viver após a cirurgia”, lista. No pós-operatório, Sylmara explica que é realizado outro tipo de trabalho. “Nesse caso, a nossa presença é imprescindível para evitar os ‘boicotes’ que podem ser prejudiciais à recuperação do paciente. O ideal é que a terapia seja retomada com uma semana ou, no máximo, quinze dias após o procedimento e que esse tratamento dure por um ano”.

Ela ainda recomenda que o paciente faça uma revisão após a alta do tratamento. “Para que possamos avaliar e fazer um levantamento do que ele viveu durante todo esse tempo sem a terapia, de como ele está, repassar novas orientações e, se for necessário, retomar o processo de terapia”, finaliza Sylmara Bulhões.

 

*Sylmara Bulhões é psicóloga, com registro CRP 15/2202 e atende na Clínica Integrada Reviver, que fica na Avenida Mendonça Junior, 1116, Gruta de Lourdes.